Vaca louca Café Vegetariano

sábado, 30 de outubro de 2010

Amigos do Café....

Uma coisa que sempre falo com os meus amigos é que a vantagem de se ter um negócio que exige um contato direto com o público é o fato de se fazer vários amigos com ele. hehehehee
Claro, nem tudo são flores, e não conseguiremos agradar a todxs, massssssss......posso afirmar com toda certeza do mundo de que quantidade de pessoas legais que aparece no café ( assim tb acontecia no Superdog ),  é muito gigante. ontem foi um desses dias......me apareceu uma menina aqui, muito simpática e querida, e nos demos bem logo de cara, ela faz parte de uma loja Virtual muito bacana, chamada Bau da Tia, cliquem aí e confiram o que eles oferecem...gostei muito. valeu bárbara..adorei ti conhecer, e espero que façamos muitas coisas em parceria!!!
Mamá

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Agora temos twitter!!

Pessoal, acho o twitter uma coisa meio chatinha, mas admito que é importante quando o assunto é avisar...heheheh
Então, nos sigam aí!!!!!
Twitter da Vaca

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Balcão frio....

Olha que legal que está ficando nosso balcão de frios...esperamos vcs todos por aqui!!!!!!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

FELIX BRAVO...

Bom, gostaria de falar um pouco sobre essa banda tão legal de dois amigos meus de Curitiba...na verdade eu considero o Felix Bravo uma banda LIVRE, ou seja, é uma banda de todos. Eu que sou um chato em si tratando de gosto musical, e  achei que nunca fosse gostar tanto assim de bandas assim, mas isso só prova mais uma vez que o tempo faz mudanças em todxs nós, e que temos que estar sempre abertos para novas coisas na nossa vida.
Felix Bravo é:

Bernardo Soares Bravo e João Henrique Felix

Influências::

tom jobim, vinícius de moraes, maria bethânia, lenine, baden powell, aldir blanc, entre muitos outros mestres.

Desde:

janeiro 26, 2007

Gostam de:

Bossa Contemporânea

Myspace !!!

Download !!!

Aqui têm um videozinho muito bacana deles que fala sobre amizade.

Espero que gostem, bom final de semana a todxs!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Bailarina

Meu sobrinho Hugo me mandou esse texto, achei bem interessante, e resolvi colocar aqui para todxs vcs!



Bailarina 

Desde pequena Svetlana só tinha conhecido uma paixão: dançar e sonhar em ser uma Gran Ballerina do Bolshoi Ballet. Seus pais haviam desistido de lhe exigir empenho em qualquer outra atividade. Os rapazes já haviam se resignado: o coração de Svetlana tinha lugar para somente uma paixão e tudo mais era sacrificado pelo dia em que se tornaria a Bailarina do Bolshoi. Haviam criado um apelido especial para ela : lankina que no antigo dialeto queria dizer "a que flutua". Era uma forma carinhosa de brincar com a bela e talentosa Svetlana pois a palavra também podia significar "a que divaga", ou "que sonha acordada".
Um dia, Svetlana teve sua grande chance. Conseguira uma audiência com Sergei Davidovitch, Ballet Master do Bolshoi, que estava selecionando aspirantes para a Companhia. Dançou como se fosse seu último dia na Terra. Colocou tudo que sentia e que aprendera em cada movimento, como se uma vida inteira pudesse ser contada em um único compasso. Ao final, aproximou-se do Ballet Master e lhe perguntou:
"Então, o Sr. acha que eu posso me tornar uma Gran Ballerina?"
Na longa viagem de volta a sua aldeia, Svetlana, em meio as lagrimas, imaginou que nunca mais aquele "Não" deixaria de reverberar em sua mente. Meses se passaram até que pudesse novamente calçar uma sapatilha . Ou fazer seu alongamento frente ao espelho.
Dez anos mais tarde Svetlana, já uma estimada professora de ballet, criou coragem de ir a performance anual do Bolshoi em sua região. Sentou-se bem a frente e notou que o Sr. Davidovitch ainda era o Ballet Master. Após o concerto, aproximou-se do cavalheiro e lhe contou o quanto ela queria ter sido bailarina do Bolshoi e quanto doera, anos atrás, ouvir-lhe dizer que não seria capaz.
"Mas minha filha, eu digo isso a todas as aspirantes" respondeu o Sr. Davidovitch. "Como o Sr. poderia cometer uma injustiça dessas? Eu dediquei toda minha vida! Todos diziam que eu tinha o dom. Eu poderia ter sido uma Gran Ballerina se não fosse o descaso com que o Sr. me avaliou!"
Havia solidariedade e compreensão na voz do Master, mas não hesitou ao responder: "Perdoe-me, minha filha, mas você nunca poderia ter sido grande o suficiente, se você foi capaz de abandonar seu sonho pela opinião de outra pessoa."

Texto adaptado por
Marcos de Lacerda Pessoa
para O CAPUCHINHO,
a partir de uma história
de autor desconhecido.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

....

li hoje no site da Nina Rosa , e resolvi postar...espero que gostem...

Diário de uma Estudante.....

Não é sempre que a gente se depara com coisas assim... Não é todo dia que vivenciamos tantos absurdos cometidos contra animais, julgados, por muitos, insignificantes à natureza! Pelo menos, não são todas as pessoas que presenciam diretamente o que aconteceu comigo...
Tudo começou quando eu consegui entrar na tão sonhada faculdade de medicina veterinária. Logo antes de começarem as aulas haviam me dito que animais eram mortos em sala, ou fora dela, para estudos. Na hora me preocupei mas achei tão absurdo que depois nem liguei. Chegada as aulas, fui logo na primeira semana estudar anatomia, vi vários bezerros mortos, em cima das mesas, os quais a professora os chamavam “peças anatômicas”. Interessante! De momento pensei que eram bezerros, que morriam naturalmente, até que um dia vi a primeira cena triste de minha vida:
Era uma bezerrinha, tão pequena que chegava a ser fofa! Ela passou em frente ao laboratório onde eu estudava, passou viva, e o técnico apontou para que a levassem ao hospital. Ingênua, pensei que o animal estivesse doente, mas no outro dia, naquela mesma hora e local quando cheguei ao laboratório para estudar, estava ela lá, morta em cima de uma das mesas e em sua boca, escorria um liquido branco, provavelmente leite de sua última refeição. Bom, para um animal que passou ontem por mim em pé, vivo e bem, não seria provável morte natural! Daquele instante para frente não consegui mais estudar, a imagem daquela bezerra ficou em meu coração como se me pedisse para tomar alguma atitude! Eu me calei, simplesmente nada fiz... medo talvez... vergonha de não ter feito nada antes... sei lá.
Os meses se passaram , mais um semestre começou e eu estava feliz. Era tudo muito bom ate a segunda semana de aula, onde escutei um comentário infeliz de um colega: - Hoje a tarde a aula será legal. Terá ratos e rãs para dissecação!
Escutei e novamente não dei atenção. A tarde chegou e eu fui a aula. Era fisiologia, uma das matérias mais necessárias para mim! Chegado lá no laboratório o professor foi nos apresentar os “objetos de estudo”. Primeiro ele pegou camundongos e ratos brancos e explicou para que eles serviam. Depois pegou as rãs e por fim os coelhos. Disse ele: Todos esses são do biotério da universidade. Como eu já detestava o biotério, imagine minha reação ao ver os animais! O professor então nos deixou “brincar” com os camundonguinhos, disse que eles a gente não iria usar. Eram lindos, embora eu estivesse um pouco amedrontada! Quando ele pegou o coelhinho, vi pavor nos olhos daquele animal, ele estava numa caixinha e deveria praticamente não ter contato com humanos. Meu professor falou que naquela espécie eram feitos muitos testes dermatológicos e em seu olhos, devido a sua pupila e foi falando algo a respeito. Naquele momento me perguntei: E o coelhinho da páscoa? O que fizeram com o meu coelhinho da páscoa? Agora ele é um “objeto de estudo”? E eu terei que compactuar com tamanha crueldade? Não, não... ali, em pensamento me neguei a realizar qualquer coisa naqueles animais. Mas o pior estava por vir...
Dos ratos meu professor escolheu 2. Dois infelizes condenados a morrerem naquele dia. A anestesia foi feita por um colega meu em um dos animais e o rato aos poucos foi ficando parado. Meu professor afirmou que a dose utilizada o iria matar! Dito e feito! Passado uns segundos o ratinho entrou em parada respiratória e enquanto ele sofria a falta de oxigênio o mestre o abria o abdome, revirava suas vísceras para mostrar aquilo que todo mundo já estava cansado de saber, de conhecer e ate de ver. O animal estava roxo, literalmente roxo, mas o coração ainda batia. Vi no rosto de uma colega seus olhos encherem d’agua e u fiquei paralisada, rezando para que o rato enfim morresse, e tivesse paz! O professor então retirou o coração do animal ainda batendo e colocou em cima da mesa e disse: - Olhem, mesmo fora do corpo o coração ainda continua a bater! Eu me perguntei: e daí? Porque você não disse isso, a gente iria acretidar! Nós acreditamos até em fotossíntese, DNA e tantas coisas loucas sem ver! O rato morreu, acabou a aula! Até hoje não sei a moral da história, pois a cena não saiu da minha cabeça mas o conteúdo da aula, por mim, não foi aproveitado!
Na próxima aula, eu, acreditando que tudo seria diferente, fui assisti-la novamente! Chegando ao laboratório, me deparei com uma gaiola onde estavam aproximadamente 10 rãs. Na hora eu quis voltar, mas um amigo me convenceu do contrario. Era aula sobre lesão medular, onde tudo foi explicado primeiro na teoria e ali, tudo já foi compreendido, mas mais uma vez, o professor quis provar que era verdade. Deu a cada grupo uma espécie de estilete e um isqueiro e ali começou mais um assassinato, dessa vez sem anestésico, pois rãs não gritam de dor! Fiquei chocada e jurei nunca mais assistir aulas com vivissecção. Assim o faço até hoje! Me tornei uma aluna objetora de consciência com muito orgulho. Nada me foi prejudicado por faltar a tais aulas, meu desempenho é exatamente o mesmo comparado aos meus colegas, provando mais uma vez que aulas com animais para esse fim, são em vão. Além de não ajudarem, podem atrapalhar devido ao choque sentido por muitos alunos. Hoje luto por um mundo melhor, tento conscientizar as pessoas de que o ensino deve deixar de ser como eram a séculos atrás. Não culpo meus professores, eles provavelmente também aprenderam assim. O que me intriga é o porque não evoluir. Mas vamos nós tentando... vamos algum dia, provar para o mundo que o uso de animais no ensino deve ser abolido!
Íris Renata Duarte Ramos



segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Pessoal, só para lembrar....

Cupcakes deixam as pessoas sem controle!!!
A Maíra e o Fernando sairam láááááááááá de Campo largo para provar alguns!


sábado, 9 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

DIA MUNDIAL SEM CARRO EM CURITIBA É ASSIM!!!

video

Freeganismo...o que é isso??

Freeganismo

Freeganos são pessoas que adotam estratégias alternativas para viver baseados em uma participação limitada na economia e consomem o mínimo possível de produtos. Os freegans apóiam a comunidade, a generosidade, o interesse social, a liberdade, e a ajuda mútua, ao contrário da atual sociedade baseada em materialismo, apatia moral, competição, conformismo e cobiça.
Após anos tentando boicotar produtos de corporações responsáveis por violações dos direitos humanos, destruição ambiental e exploração de animais, muitos de nós percebemos que não importa o que comprarmos, de algum modo estaremos de alguma forma apoiando alguma empresa até pior. Percebemos que o problema não é só algumas empresas e corporações, mas todo o sistema econômico em si.
O freeganismo é um boicote a esse sistema, onde a causa do lucro atinge considerações éticas, e onde os sistemas de produção em massa asseguram que TODOS os produtos que comprarmos terão algum tipo de impacto prejudicial - muitos dos quais jamais estaremos cientes. Então, ao invés de evitar comprar produtos de uma empresa socialmente irresponsável só para apoiar outra (talvez ainda pior), nós evitamos de comprar qualquer coisa em todos os níveis possíveis.
O termo freegano é derivado das palavras "free" (livre, grátis, em inglês) e vegano. Veganos são pessoas que não consomem produtos de origem animal ou testados em animais, em um esforço de evitar a exploração animal. Os freeganos levam isso adiante, reconhecendo que em uma economia industrial, de produção em massa, movida pelo lucro, exploração de animais, de humanos e da terra, essa exploração acontece em todos os níveis de produção (desde a aquisição da matéria-prima, à produção e ao transporte) e em praticamente quase todos os produtos que compramos.
Trabalho forçado, destruição da floresta amazônica, aquecimento global, desapropriação de terras de comunidades indígenas, poluição do ar e da água, erradicação da vida selvagem na agricultura, manipulação de políticos para o interesse das grandes corporações, destruição de montanhas pelas mineradoras, derramamento de óleo do oceano, exploração do trabalho infantil, são apenas alguns dos vários impactos dos aparentemente inocentes produtos que consumimos todos os dias.
Os freeganos adotam como estilo de vida várias estratégias que são baseadas nos seguintes princípios:
Retorno ao Natural
Vivemos em uma sociedade onde os alimentos que comemos são cultivados a milhares de quilômetros de nossas casas, industrializados, e então transportados por longas distâncias para serem armazenados por um longo período, tudo isso a um alto custo ecológico. Por causa desse processo, perdemos a valorização das mudanças das estações e dos ciclos da vida, mas alguns de nós estão se reconectando com a Terra através da jardinagem e da colheita silvestre.
Muitos ecologistas urbanos têm transformado lotes cheios de entulhos em lotes verdes de jardins e hortas comunitárias. Em bairros onde as lojas mais vendem alimentos industrializados do que vegetais frescos, as hortas comunitárias fornecem uma fonte saudável de alimentação. Onde o ar está sufocado com poluentes indutores de asma, as árvores nesses jardins comunitários produzem oxigênio. Em áreas dominadas por tijolos, concreto e asfalto, os jardins comunitários fornecem um oásis de plantas, espaços abertos, e locais onde as comunidades podem se reunir, trabalharem juntas, dividirem alimento, crescerem juntas, e derrubar as barreiras que mantêm as pessoas longe uma das outras, em uma sociedade onde cada vez mais estamos isolados e distantes uns dos outros.
Os chamados colhedores silvestres nos mostram que podemos nos alimentar sem os supermercados, e tratar nossas doenças sem farmácias, nos familiarizando com as plantas comestíveis e medicinais que crescem ao nosso redor. Até mesmo parques e praças podem nos fornecer alimentos e medicamentos, nos dando uma nova visão à realidade de que nosso sustento vem ultimamente não das comidas fabricadas pelas corporações, mas da própria Terra. Outras pessoas vão além disso, se tornando ferais, se mudando das cidades e centros urbanos para morarem em comunidades alternativas e ecovilas baseadas em técnicas primitivas de sobrevivência.
Transporte Ecológico
Os freeganos têm ciência dos desastrosos impactos ecológicos e sociais dos automóveis. Todos sabemos que os automóveis causam a poluição, que é criada através da queima do petróleo, mas normalmente ninguém pensa nos fatores destrutivos como florestas serem destruídas para a construção de estradas onde antes havia vida selvagem, e nas constantes mortes de seres humanos e de animais. Além do mais, o atual uso massivo do petróleo gera o estímulo econômico que acarreta guerras e mortes como as do Iraque e em todo o mundo. Por isso, os freeganos optam por não utilizarem carros sempre que possível. Ao invés disso, usamos outros métodos de transporte incluindo caminhadas, andar de bicicleta, skate, ou caronas. A carona enche os espaços de um carro que não seria utilizado, portanto essa prática nada adiciona ao consumo de carros e de gasolina como um todo.
Alguns freeganos acham o alguns usos de carro inevitáveis, mesmo assim tentamos eliminar nossa dependência de combustíveis fósseis, por isso em alguns países algumas pessoas adaptam seus veículos para funcionarem a óleos vegetais, utilizando inclusive óleo de fritura de restaurantes - outro exemplo do uso do que seria jogado fora para um uso prático. Em vários países existem grupos de voluntários que incentivam e dão assistência às pessoas para converterem seus carros a gasolina, diesel ou álcool para funcionarem a base de óleo vegetal.
Moradia Livre de Aluguel (Squat)
Os freeganos acreditam que a moradia é um DIREITO e não um privilégio. Assim como os freeganos acham uma atrocidade milhares de pessoas passarem fome enquanto toneladas de alimento são desperdiçadas, achamos absurdo as pessoas se matarem de trabalhar para pagar aluguel ou literalmente morrerem de frio nas ruas enquanto existem inúmeras casas e prédios ociosos simplesmente porque seus proprietários não vêm lucro em disponibilizar esses espaços para moradia.
Squats são os locais onde as pessoas (os chamados "ocupas") reabilitam imóveis abandonados e mal cuidados. Os ocupas acreditam que as verdadeiras necessidades humanas são muito mais importantes do que as noções abstratas de propriedade privada, e que aqueles que defendem seus direitos legais onde a moraria é vitalmente necessária, não merecem possuir esses imóveis. Além de áreas de moradia, os squats são convertidos também em centros comunitários com programas incluindo atividades educativas, educação ambiental, locais de encontros de organizações comunitárias, e muito mais.
Recuperação do que é Desperdiçado
Vivemos em um sistema econômico onde as empresas só avaliam a terra e seus recursos baseadas em sua capacidade de gerarem lucro. Os consumidores são constantemente bombardeados com propagandas que dizem para jogarem fora o que já possuem para trocá-los por novos produtos, simplesmente porque é essa atitude que aumenta as vendas. Essa prática produz uma quantidade de lixo tão grande que muitas pessoas podem se alimentar e viver unicamente desse lixo. Como freeganos nós coletamos esse lixo ao invés de comprar produtos novos para não sermos consumidores desperdiçadores, para desafiarmos politicamente a injustiça que é permitir que recursos vitais sejam desperdiçados enquanto milhares de pessoas são carentes das mais básicas necessidades como alimentação, vestuário, e moradia, e reduzir o lixo (utilizável) que iria para aterros sanitários e incineradores que aliás, são sempre situados nas periferias das cidades, onde causam problemas de saúde como asma ou câncer.
Talvez a estratégia freegano mais comum seja a chamada "pilhagem urbana" ou "mergulho em lixeiras". Essa técnica consiste em buscar no lixo de varejistas, residências, escritórios, e outros locais, por bens utilizáveis. Apesar dos estereótipos impostos na nossa sociedade sobre o lixo, o que os freeganos encontram são coisas utilizáveis e limpas, e em perfeitas ou quase que perfeitas condições de uso, um sintoma da cultura descartável que nos encoraja a constantemente trocar o que já possuímos por produtos novos, e onde os comerciantes dispõem um grande volume de produtos como parte de seu modelo econômico. Alguns freeganos fazem suas procuras sozinhos, outros vão em grupos, mas quase sempre as descobertas são divididas entre outros e com qualquer pessoa que interessada. Grupos como o Food Not Bombs (Comida, e não Bombas) recuperam alimentos que provavelmente iriam para o lixo e os utilizam para preparar refeições coletivas em locais públicos.
Recuperando os descartes de supermercados, feiras, escolas, residências, hotéis, ou qualquer lugar, através da técnica de vasculhar o lixo, os freeganos encontram alimentos, livros e revistas, cds, móveis, roupas, eletro-domésticos e outros equipamentos eletrônicos, produtos de uso animal, jogos, brinquedos, bicicletas, e praticamente qualquer tipo de bem consumível. Ao invés de contribuirem com o desperdício, os freeganos reduzem o lixo e a poluição, diminuindo assim o volume total de lixo nessa tendência ao desperdício.
Muitos itens utilizáveis também podem ser encontrados gratuitamente e divididos com os outros em sites como Freecycle e em redes de trocas. Para colocar a disposição itens úteis, procure redes de trocas perto de você. Nessas redes de trocas, as pessoas dividem o que possuem com as outras. Elas dão e recebem, sem a utilização de qualquer dinheiro. Quando os freeganos precisam comprar, compramos de segunda-mão, o que reduz a produção, ajudando assim a reutilizar e reduzir o que provavelmente seria jogado fora, sem financiar uma nova produção.
Diminuição do Desperdício
Por causa das nossas frequentes coletas de lixo de nossa sociedade descartável, os freeganos estão cientes e aborrecidos pelas enormes quantidades de desperdício que um consumidor brasileiro gera todos os dias, assim não querem fazer parte do problema. Por isso, os freeganos escrupulosamente reciclam, compostam matéria orgânica no solo para produzir adubo, e sempre que possível consertam o que têm ao invés de jogarem fora e comprar algo novo. Tudo que é utilizável nós distribuímos para nossos amigos ou doamos.
Trabalhando Menos / Desemprego Voluntário
Quanto de nossas vidas nós sacrificamos para pagarmos contas e comprar mais coisas? Para muitos de nós, trabalhar significa sacrificar nossa liberdade para obedecer ordens de outros, significa estresse, chateação, monotonia e em muitos casos, arriscar nossa bem-estar físico e psicológico.
Uma vez que percebemos que não são só alguns produtos que são ruins ou algumas companhias odiosas que são responsáveis pelos abusos sociais e ecológicos em nosso mundo, mas sim todo o sistema em que estamos trabalhando, começamos a perceber que, como trabalhadores, nós somos a engrenagem nessa máquina de violência, morte, exploração e destruição. O funcionário de um abatedouro que corta o pescoço de um boi é menos responsável pela crueldade que ocorre na criação de animais do que o funcionário da fazenda onde eles são criados? E o publicitário que descobre como fazer o produto mais aceitável? E o contador que trabalha para um açougue para fazê-lo continuar vendendo? Ou o trabalhador da indústria que fabrica os refrigeradores para conservar a carne? E é sempre, claro, o presidente das corporações que carregam toda a responsabilidade por tudo isso, por tomarem as decisões que causam toda a destruição e desperdício. Você não precisa possuir uma ação de uma corporação ou possuir uma fábrica ou uma indústria química para carregar a culpa.
Sanando as necessidades básicas como alimentação, moradia, vestuário e transporte sem gastar um centavo sequer, os freeganos são capazes de reduzir enormemente ou completamente eliminar a necessidade de constantemente estarem trabalhando. Ao invés disso, podemos dedicar nosso tempo livre cuidando de nossas famílias, nos voluntariando em nossas comunidades, e nos juntar a grupos de ativismo que lutam contra as práticas das corporações que por outro lado poderiam estar nos controlando no trabalho. Para alguns, o desemprego total é uma opção, mas limitando nossas necessidades financeiras, até mesmo aqueles de nós que precisam trabalhar podem estabelecer limites conscientes no tanto que cada um trabalha, assumindo total controle de nossas vidas, e escapando da constante pressão de ganhar um salário no final do mês. Mas, mesmo se precisamos trabalhar, não precisamos conceder total controle aos nossos patrões. O espírito freegano da cooperação também pode se estender dentro do local de trabalho, como parte de uniões trabalhistas.
Aqui tem um videozinho muito bacana sobre...

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

BICICLETADA...PARTICIPE, FAÇA PARTE!!!!!


O que é a Bicicletada?


A Bicicletada é um movimento no Brasil e em Portugal inspirado na Massa Crítica, onde ciclistas se juntam para reivindicar seu espaço nas ruas.

Não existe um objetivo central, mas diversos objetivos sempre decididos pelos participantes. No entanto um mote em geral une os participantes. A Bicicletada serve para divulgar a bicicleta como um meio de transporte, criar condições favoráveis para o uso deste veículo e tornar mais ecológicos e sustentáveis os sistemas de transporte de pessoas, principalmente no meio urbano.

A Bicicletada, assim como a Massa Crítica, não tem líderes ou estatutos, o que leva a variações de postura e comportamento de acordo com os participantes de cada localidade ou evento.

Dentre a pluralidade de motes, está o lema "um carro a menos", usado principalmente para tentar obter um maior respeito dos veículos motorizados que trafegam nas ruas saturadas das grandes cidades. Outro slogan levantado é o "Nós somos o trânsito". A idéia é deixar claro aos motoristas que a bicicleta é apenas mais um componente da mobilidade urbana e que merece o devido respeito.



Objetivos

  1. Pedalar;
  2. Divulgar, estimular, promover e criar condições favoráveis para o uso da bicicleta como meio de transporte;
  3. Integrar os ciclistas da cidade e valorizar a cultura da bicicleta;
  4. Conscientizar os usuários dos meios de transporte motorizados da importância da bicicleta para aliviar os congestionamentos;

A ideia é celebrar a ocupação das ruas, festejar e fomentar a harmonia no espaço que é de todos. Harmonia, alegria e celebração são as palavras de ordem.

O que é NÃO é legal fazer durante a Bicicletada: frown

--Insultar verbalmente e ou agredir pedestres, motoristas, passageiros de coletivos e pessoas nos bares, mesmo se eles provocarem
--Provocar as mulheres na rua. Tanto elas como as mulheres da bicicletada podem se sentir ofendidas
--Andar com a bicicleta nas calçadas
--Correr na frente para bloquear o tráfego antes da massa chegar
--Andar na contra-mão
--Esquecer de sorrir, acenar e falar com outras pessoas
--Imaginar que você é moralmente superior só porque está pedalando uma bicicleta
--Abster-se de dizer aos companheiros o que você acha do seu comportamento, seja bom ou ruim. Converse com os outros!
--Interromper desnecessariamente acessos que não serão utilizados pelo passeio
--Usar pistas que não são necessárias. Se houver múltiplas faixas, vamos liberar algumas para os veículos mais rápidos
--Esquecer que todos somos responsáveis por fazer a massa crítica que nós queremos.

O que é legal fazer durante a Bicicletada: biggrin

>>Fantasiar-se para chamar a atenção e alegrar o movimento
>>Distribuir panfletos aos pedestres e motoristas explicando porque estamos ali
>>Conversar com o ciclista do lado, fazer amigos e se divertir
>>Cuidar da segurança de todos
>>Abordar amigavelmente aqueles que estão desrespeitando os pedestres e motoristas
>>Distribuir flores e conversar com outras pessoas, passageiros de ônibus e motoristas
>>Convidar as pessoas a se juntarem a nós na próxima vez
>>Ajudar veículos presos atrás da massa a sair para a direita
>>Diminuir a marcha regularmente se você estiver na frente (não importa o quão devagar você acha que está pedalando, lacunas estarão se abrindo atrás de você)
>>Parar no semáforo vermelho quando estiver na frente para permitir que o resto da massa se junte a você
>>Continuar pedalando no semáforo vermelho se a massa já estiver atravessando o cruzamento, pois ficar juntos é mais seguro e previsto por lei
>>Preencher lacunas; massa crítica depende da densidade de bicicleta em relação ao automóvel
>>Lembrar-se que o prazer e o convívio são mais subversivos do que a raiva e provocação.

Não odiamos os carros, amamos bicicleta!

Atenção: Em caso de acidente anote a placa do veículo, veja se alguém precisa de ajuda. Caso a pessoa esteja bem, deixe para os mais calmos e experientes resolverem a situação e volte a pedalar pois a massa não pode parar.



Texto estraído da pg: Bicicletada.org


OBS: Aqui no café contamos com um Bicicletário pequeno para incentivar o uso de bicicletas no dia-a-dia. Venha nos conhecer de bicicleta e veja como Maringá é bem diferente do lado de fora de um carro. 





sábado, 2 de outubro de 2010

Banca....

Essa é a nossa banquinha...nela vc encontrará cardápios, revistas, folders e flyers, e uma parte de livros livres..ou seja, vc pode pegar, levar pra casa e devolver quando acabar de ler...
Aproveitem...abraços.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010